Financiamento de terreno é igual ao de imóveis?

Conheça as diferenças de contratar um financiamento de terreno em relação ao de imóveis na planta e já construídos.

Sunrise in beautiful park

Ao contrário de muitas pessoas que dão preferência por comprar um imóvel na planta ou já em construção, algumas preferem adquirir o terreno para construir algo no espaço. Diante dessa situação, pequenas dúvidas acabam surgindo sobre as etapas do financiamento e quem pode solicitar o crédito.

Caso a área esteja localizada em regiões urbanas, é possível dar entrada no financiamento de terreno de forma rápida e segura. Conheça, a seguir, mais informações sobre como executar esse processo e suas principais vantagens.

Como funciona o financiamento de um terreno residencial?

Antes de mais nada, saiba que, para comprar um terreno financiado, o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) não pode ser usado. Dessa forma, somente recursos provenientes do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e das próprias instituições bancárias podem ser disponibilizados nesse processo.

Vale lembrar que o limite de valor a ser financiado é de R$ 950 mil em Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal e Rio de Janeiro, e de R$ 800 mil nas demais regiões do país. Tal regra é semelhante ao do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) e é válida para quem irá solicitar o SBPE em algum banco.

O limite de parcelas do financiamento de terrenos varia de acordo com cada instituição, sendo que geralmente é aplicada a mesma regra de imóveis comerciais (10 anos e taxa de juros maior). Contudo, nessa situação, o valor dos juros tende a ser relativamente mais alto em relação aos imóveis já prontos, e o limite de crédito fornecido gira em torno de 70% do valor da área.

Agora, caso a instituição financeira faça uso de seus próprios recursos ao ceder os financiamentos, os juros cobrados mensalmente tendem a ser ainda mais elevados. Por isso, caso escolha essa opção, analise e verifique se vale a pena ou não solicitar a quantia necessária.

Quem pode financiar a compra de um terreno?

Existem alguns critérios a serem analisados pelo credor antes de disponibilizar o crédito ao solicitante. Isso garante maior segurança para ambas as partes e, no caso do cliente, menos dificuldades durante o pagamento das parcelas. Confira!

– Pessoas maiores de 18 anos;
– Comprovante de renda mensal familiar e, a partir daí, verificar qual será o limite de crédito disponibilizado;
– Ter nascido no Brasil ou ter cidadania brasileira;
– Fazer a contratação dos serviços de seguro oferecidos pela instituição;
– Sua idade somada à quantidade de anos de duração do financiamento não pode exceder 80 anos e meio.

O passo a passo para financiar um terreno

Caso decida fazer um empréstimo para compra de terreno, faça uma análise de todas as instituições bancárias que concedem esse tipo de crédito. Ao realizar essa tarefa, conte a Melhortaxa e toda a assistência oferecida para você encontrar as taxas de juros de acordo com seu perfil.

Escolhido o credor ideal, entregue a documentação exigida e espere a instituição analisá-la e verificar se está tudo em ordem. Isso é importante pois, nessa etapa, o órgão responsável por conceder o crédito irá consultar sua renda mensal e se não possui o nome sujo.

Por fim, após o banco aprovar o financiamento, basta escolher o terreno, assinar o contrato de compra e venda e registrá-lo em um cartório. Assim, imediatamente, será depositada em sua conta a quantia solicitada e as parcelas começam a correr.

Vantagens de adquirir um terreno

Conforme mencionado acima, os juros do financiamento de terreno geralmente são mais mais elevados em relação ao crédito para a compra de imóveis na planta, novos e seminovos. Contudo, existem diversas vantagens de adquirir um lote de terra e, posteriormente, construir algo nele.

A princípio, ao solicitar o financiamento, geralmente o crédito não costuma demorar muito até ser liberado. Isso acontece, pois como se trata de um imóvel já construído, é feita uma avaliação em toda a propriedade com o intuito de verificar se não há nenhuma falha estrutural. Por ser um processo demorado, isso acaba atrasando postergando a liberação do empréstimo.

Nos terrenos, não necessariamente precisa ocorrer uma vistoria, pois ali não há nada construído. Entretanto, a metragem mencionada no ato do financiamento precisa estar idêntica àquela citada em sua escritura. Ainda, o valor do crédito é mais fácil de ser calculado, já que não é preciso fazer a conta de quantos metros quadrados estão construídos.

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Vai colocar seu Imóvel á venda? Veja estas dicas antes!

Pensando em colocar seu imóvel à venda ? Pode até parecer fácil, mas a verdade é que a venda de um imóvel é cercada por pequenos detalhes que podem por tudo a perder – ou agilizar o tempo de negociação. Isso só vai depender da forma como todo o processo é conduzido.

House owner/real estate agent giving away the keys

Por isso, nós preparamos uma espécie de check list para ajudar você a colocar seu imóvel à venda com mais segurança, otimizando o tempo de venda e evitando dores de cabeça futuras. Pronto para começar?

1 – Certifique que a documentação está toda regularizada
Como está a documentação do imóvel? Tem certeza que ela está toda regularizada? Se tiver dúvida, peça ajuda ao corretor para checar e ajudá-lo a regularizar qualquer débito ou trâmite antes de colocar seu imóvel à venda. Assim você evita percalços pelo meio do caminho e ou que acabe perdendo um bom comprador por causa de algum detalhe não visto com antecedência.

2 – Estabeleça um preço justo ao colocar seu imóvel á venda
É importante ter uma expectativa realista do valor do imóvel. De acordo com as estatísticas, o tempo médio de venda é de seis a oito meses, mas pode ser maior se você pedir um preço acima do mercado.

Para evitar “achismos”, a dica é contratar uma avaliação profissional, que levará diversos fatores para estabelecer um valor justo, consonante com os imóveis semelhantes na sua região, mas também com as particularidades do seu.

Mais vagas na garagem, proximidade com o metrô e condomínio com área de lazer são alguns itens que fazem o preço subir. É sempre bom lembrar que a avaliação só pode ser feita por corretores imobiliários especializados.

3 – Ajude seu corretor a fazer uma boa divulgação do imóvel
Você já deve ter ouvido que a divulgação é a alma do negócio – e é mesmo. Por isso ajude o corretor prestando todas as informações possíveis sobre documentação, estado e características do imóvel. Ele montará uma estratégia de divulgação específica para que quando colocar seu imóvel à venda consiga o público certo seja atingido.

Forneça plantas, disponibilize cópia de documentos, abra o imóvel para fotografias, e, principalmente, não esconda nada que possa prejudicar a negociação com um possível comprador lá na frente. Todo o negócio deve ser baseado em ética, honestidade e confiança.

4 – Faça uma vistoria completa e determine a necessidade de reforma
Reformar para vender? Sim, muitas vezes é bem mais lucrativo do que vender o imóvel no estado atual. Mas, para isso, vale a opinião de um profissional. Antes de colocar seu imóvel à venda faça uma vistoria para determinar que intervenções são necessárias para que o imóvel fique em bom estado.

Foque principalmente em problemas estruturais, redes elétricas e hidráulicas. Conserte vazamentos, janelas e portas, troque revestimentos muito castigados que dão a impressão de abandono, e pinte todo o imóvel para melhorar ainda mais a estética. Dificilmente alguém fechará negócio sabendo que terá problemas em pouco tempo.

5 – Mantenha uma parceria de confiança com a imobiliária
Esteja acessível sempre que for pedida alguma informação extra, um documento ou a sua presença para sanar alguma dúvida. Estabelecendo uma parceria de confiança com a imobiliária é possível otimizar o tempo de negociação com futuros compradores e ajudar seu corretor a prestar o melhor atendimento.

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Seguro residencial: coberturas e vantagens que valem a pena.

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Matheus Coelho Corretor de Seguros (Amaral Seg)

Apesar de ser muito importante, o ramo de seguro residencial ainda é motivo de muitas dúvidas e questionamentos.

É sabido por todos que a principal finalidade desse tipo de seguro é proteger um dos maiores patrimônios dos clientes: sua residência. Mas, você sabe quais são as coberturas desse tipo de seguro?  O que de fato está protegido após a contratação: apenas o imóvel ou os objetos que se encontram ali?

Quando pensamos em seguro de residência, a primeira cobertura que nos vêm à mente é, na maioria das vezes, a de incêndio. Porém, há uma enorme gama de assistências e benefícios que contemplam os imóveis assegurados.

Além da cobertura contra incêndio, ficam protegidos, dependendo da apólice contratada, os bens materiais contidos no imóvel, além de possíveis estragos e perdas causados por raio, explosão, danos elétricos, vendaval, roubo/furto, responsabilidade civil e entre outros.

A responsabilidade civil é uma cobertura que garante ressarcimento a possíveis danos causados a terceiros quando estes estão, de alguma forma, sob responsabilidade do segurado. Por exemplo: se seu cachorro escapa da casa e machuca alguém ou se a reforma que você realizou no seu apartamento afetou a casa do vizinho, a seguradora se responsabiliza pelos pagamentos devidos.

Essas tantas coberturas que podem ser contratadas são ainda acrescidas de assistências valiosas e que não necessariamente acarretam aumento no valor do seguro. Variadas, elas abrangem limpeza de caixa d´água, chaveiro, encanador, eletricista, limpeza de ar condicionado e outras.

Troque suas incertezas por segurança e tranquilidade. Procure um corretor de sua confiança e realize uma cotação. Vale a pena!

Texto por Matheus Coelho