Trocas de imóveis em alta no mercado imobiliário

O brasileiro, como sempre, busca alternativas para driblar a crise e com o mercado imobiliário não seria diferente.

Hand agent with home in palm and key on finger.

Além de ter diversas particularidades, este mercado exige que a economia esteja gerando empregos e com estabilidade para ser impactado de maneira positiva. O mesmo vale com o mercado desaquecido que diminui o crédito, aumenta os juros e complica a situação de quem quer comprar.

Dito isto, temos a troca em negociações imobiliárias com alta procura. Isso significa que se a pessoa não consegue vender o seu imóvel para efetuar uma outra aquisição, ela prefere encontrar alguém que aceite seu imóvel como parte de pagamento e assim consegue atingir seu objetivo.

Seja para quem esteja com dificuldades financeiras ou para quem aumentou a família e precisa de um local maior, a troca é sempre bem vinda. Conhecida como permuta imobiliária, ela acaba sendo um pouco mais complexa pois depende da pessoa que tiver interessada pegar o seu imóvel como parte de pagamento.

Um dos maiores problemas nesse caso é a excessiva valorização do imóvel por uma das partes e que normalmente desvaloriza o que estiver comprando para obter vantagens. A verdade é que hoje os valores de mercado são de fácil acesso e é necessário existir bom senso de ambas as partes para que o negócio aconteça.

O corretor imobiliário, que atua como o intermediário da situação, tem meios e maneiras de avaliar ambos os imóveis de maneira técnica a fim de fazer a transação de forma “justa” para ambos os lados.

Devemos entender também que muitas vezes uma das partes, devido a estar com a situação financeira “apertada”, acaba cedendo na negociação. É bom lembrar que isso é uma situação específica. A troca de imóveis deve ser vista de maneira positiva, trazendo uma outra opção aos que querem pegar o valor para investir em um outro imóvel.

Nos últimos anos a oferta de imóveis estava bem maior que a demanda, assim sendo podemos entender que as chances de encontrar um imóvel dentro do que procura para permuta e que aceite o seu como garantia aumenta nesses casos.

Entendendo os perfis de quem está negociando, ambas as partes estando com as documentações e certidões dos imóveis em dia, será favorável para que o negócio seja concluído em segurança e que o objetivo final seja alcançado.

Como a tendência para 2019 é um aquecimento nesse mercado, devemos observar uma procura menor por permuta e maior para a venda direta. De qualquer forma esta modalidade não deixa de ser importante para o complexo mercado imobiliário.

Além de driblarmos as dificuldades, não desistimos nunca!

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Vai colocar seu Imóvel á venda? Veja estas dicas antes!

Pensando em colocar seu imóvel à venda ? Pode até parecer fácil, mas a verdade é que a venda de um imóvel é cercada por pequenos detalhes que podem por tudo a perder – ou agilizar o tempo de negociação. Isso só vai depender da forma como todo o processo é conduzido.

House owner/real estate agent giving away the keys

Por isso, nós preparamos uma espécie de check list para ajudar você a colocar seu imóvel à venda com mais segurança, otimizando o tempo de venda e evitando dores de cabeça futuras. Pronto para começar?

1 – Certifique que a documentação está toda regularizada
Como está a documentação do imóvel? Tem certeza que ela está toda regularizada? Se tiver dúvida, peça ajuda ao corretor para checar e ajudá-lo a regularizar qualquer débito ou trâmite antes de colocar seu imóvel à venda. Assim você evita percalços pelo meio do caminho e ou que acabe perdendo um bom comprador por causa de algum detalhe não visto com antecedência.

2 – Estabeleça um preço justo ao colocar seu imóvel á venda
É importante ter uma expectativa realista do valor do imóvel. De acordo com as estatísticas, o tempo médio de venda é de seis a oito meses, mas pode ser maior se você pedir um preço acima do mercado.

Para evitar “achismos”, a dica é contratar uma avaliação profissional, que levará diversos fatores para estabelecer um valor justo, consonante com os imóveis semelhantes na sua região, mas também com as particularidades do seu.

Mais vagas na garagem, proximidade com o metrô e condomínio com área de lazer são alguns itens que fazem o preço subir. É sempre bom lembrar que a avaliação só pode ser feita por corretores imobiliários especializados.

3 – Ajude seu corretor a fazer uma boa divulgação do imóvel
Você já deve ter ouvido que a divulgação é a alma do negócio – e é mesmo. Por isso ajude o corretor prestando todas as informações possíveis sobre documentação, estado e características do imóvel. Ele montará uma estratégia de divulgação específica para que quando colocar seu imóvel à venda consiga o público certo seja atingido.

Forneça plantas, disponibilize cópia de documentos, abra o imóvel para fotografias, e, principalmente, não esconda nada que possa prejudicar a negociação com um possível comprador lá na frente. Todo o negócio deve ser baseado em ética, honestidade e confiança.

4 – Faça uma vistoria completa e determine a necessidade de reforma
Reformar para vender? Sim, muitas vezes é bem mais lucrativo do que vender o imóvel no estado atual. Mas, para isso, vale a opinião de um profissional. Antes de colocar seu imóvel à venda faça uma vistoria para determinar que intervenções são necessárias para que o imóvel fique em bom estado.

Foque principalmente em problemas estruturais, redes elétricas e hidráulicas. Conserte vazamentos, janelas e portas, troque revestimentos muito castigados que dão a impressão de abandono, e pinte todo o imóvel para melhorar ainda mais a estética. Dificilmente alguém fechará negócio sabendo que terá problemas em pouco tempo.

5 – Mantenha uma parceria de confiança com a imobiliária
Esteja acessível sempre que for pedida alguma informação extra, um documento ou a sua presença para sanar alguma dúvida. Estabelecendo uma parceria de confiança com a imobiliária é possível otimizar o tempo de negociação com futuros compradores e ajudar seu corretor a prestar o melhor atendimento.

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Focado no lazer de experiência, loteamento traz espaços inspirados nos elementos da natureza.

Residencial Vitória-Régia, desenvolvido em Piracicaba pela Cemara Loteamentos, traz, por exemplo, a Praça Fogo, com área projetada para que os moradores possam se aquecer com suas próprias fogueiras

O sonho de ter a casa própria é a realidade de muitos brasileiros, porém, esse desejo ganhou novos contornos e agora vem aliado, principalmente, ao aumento da qualidade de vida e do bem estar  – seja ela por meio de lazer ou do fácil acesso as facilidades do dia a dia.

Com esses princípios foi planejado um novo loteamento fechado residencial de alto padrão em Piracicaba e que apresenta quatro praças inspiradas nos elementos da natureza: ar, água, terra e fogo. O Residencial Vitória-Régia, empreendimento fechado desenvolvido pela Cemara Loteamentos, empresa que atua no desenvolvimento urbano em todo o interior de São Paulo, contará com 307 lotes que variam de 500 m² a 1.500 m².

“Para este novo projeto, decidimos oferecer aos moradores do Residencial Vitória-Régia o que chamamos de lazer de experiência, composto por itens que não costumamos ter no quintal de casa”, resume Raquel Dei Santi, arquiteta e urbanista da Cemara.

A Praça Fogo, por exemplo, assim como seu elemento, remeterá ao aconchego e a uma boa energia de união e interação entre pessoas. Pensando nisso, a área de arquitetura da empresa vai equipar o espaço com um amplo espaço gourmet, com churrasqueira e forno a lenha, além de uma área de Fireplace, voltada para fogueiras ao ar livre com bancos curvos.

Segundo Raquel, outro espaço que merece destaque é a Praça Ar, “que remete à uma sensação vertiginosa, de adrenalina e aventura”. Voltada principalmente para o público adolescente, a área terá uma rampa de skate e uma parede de escaladas, além de um paisagismo que garantirá conforto térmico nesta praça, que será em uma localização mais alta do que as demais.

Nas praças que representarão a água e a terra, será possível encontrar itens como um lago artificial e uma quadra de vôlei de areia, respectivamente. O Residencial Vitória-Régia também terá pequenos espaços de convivência e lazer – os chamados pockets – espalhados por todo o loteamento.

Alguns deles são como uma academia ao ar livre, enquanto outros possuem um playground ou até mesmo uma sala de estar ao ar livre. “Não importa o ponto do empreendimento em que está o morador, ele sempre terá acesso à algum tipo de espaço para garantir sua qualidade de vida”, esclarece Raquel.

A Cemara é a empresa responsável por integrar uma infraestrutura completa como pavimentação asfáltica, rede de coleta de esgoto, rede de abastecimento de água tratada, rede elétrica, rede de drenagem de águas pluviais, iluminação pública, além de guias, sarjetas e arborização de vias e áreas verdes, além da área de lazer.

De acordo com Marcos Dei Santi, vice-presidente e diretor de Novos Negócios, assim como nos outros empreendimentos desenvolvidos pela empresa, os diferenciais contribuem para a valorização do metro quadrado como a instalação da fiação subterrânea e fibra ótica que permitem uma paisagem mais agradável e limpa e ainda reduz riscos de acidentes. Outro fator que aumenta a valorização é a localização do Residencial Vitória-Régia que foi escolhida levando em consideração todas as necessidades básicas de seus futuros moradores e a tranquilidade de estar em uma área repleta de verde e muito próxima ao Rio Piracicaba. “O loteamento, que é fechado para garantir a segurança, está na Estrada do Bongue e há oito minutos do centro da cidade. Ou seja, possui fácil acesso à todas as facilidades que precisamos diariamente”, afirma.

 

SOBRE A CEMARA

 Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios.

 Há 39 anos no mercado, já vendeu mais de 21 mil terrenos em mais de 20 cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 46 loteamentos que geraram mais de 15 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

Texto por: Erica Martin e Talita Mônaco (Economídia)