Focado no lazer de experiência, loteamento traz espaços inspirados nos elementos da natureza.

Residencial Vitória-Régia, desenvolvido em Piracicaba pela Cemara Loteamentos, traz, por exemplo, a Praça Fogo, com área projetada para que os moradores possam se aquecer com suas próprias fogueiras

O sonho de ter a casa própria é a realidade de muitos brasileiros, porém, esse desejo ganhou novos contornos e agora vem aliado, principalmente, ao aumento da qualidade de vida e do bem estar  – seja ela por meio de lazer ou do fácil acesso as facilidades do dia a dia.

Com esses princípios foi planejado um novo loteamento fechado residencial de alto padrão em Piracicaba e que apresenta quatro praças inspiradas nos elementos da natureza: ar, água, terra e fogo. O Residencial Vitória-Régia, empreendimento fechado desenvolvido pela Cemara Loteamentos, empresa que atua no desenvolvimento urbano em todo o interior de São Paulo, contará com 307 lotes que variam de 500 m² a 1.500 m².

“Para este novo projeto, decidimos oferecer aos moradores do Residencial Vitória-Régia o que chamamos de lazer de experiência, composto por itens que não costumamos ter no quintal de casa”, resume Raquel Dei Santi, arquiteta e urbanista da Cemara.

A Praça Fogo, por exemplo, assim como seu elemento, remeterá ao aconchego e a uma boa energia de união e interação entre pessoas. Pensando nisso, a área de arquitetura da empresa vai equipar o espaço com um amplo espaço gourmet, com churrasqueira e forno a lenha, além de uma área de Fireplace, voltada para fogueiras ao ar livre com bancos curvos.

Segundo Raquel, outro espaço que merece destaque é a Praça Ar, “que remete à uma sensação vertiginosa, de adrenalina e aventura”. Voltada principalmente para o público adolescente, a área terá uma rampa de skate e uma parede de escaladas, além de um paisagismo que garantirá conforto térmico nesta praça, que será em uma localização mais alta do que as demais.

Nas praças que representarão a água e a terra, será possível encontrar itens como um lago artificial e uma quadra de vôlei de areia, respectivamente. O Residencial Vitória-Régia também terá pequenos espaços de convivência e lazer – os chamados pockets – espalhados por todo o loteamento.

Alguns deles são como uma academia ao ar livre, enquanto outros possuem um playground ou até mesmo uma sala de estar ao ar livre. “Não importa o ponto do empreendimento em que está o morador, ele sempre terá acesso à algum tipo de espaço para garantir sua qualidade de vida”, esclarece Raquel.

A Cemara é a empresa responsável por integrar uma infraestrutura completa como pavimentação asfáltica, rede de coleta de esgoto, rede de abastecimento de água tratada, rede elétrica, rede de drenagem de águas pluviais, iluminação pública, além de guias, sarjetas e arborização de vias e áreas verdes, além da área de lazer.

De acordo com Marcos Dei Santi, vice-presidente e diretor de Novos Negócios, assim como nos outros empreendimentos desenvolvidos pela empresa, os diferenciais contribuem para a valorização do metro quadrado como a instalação da fiação subterrânea e fibra ótica que permitem uma paisagem mais agradável e limpa e ainda reduz riscos de acidentes. Outro fator que aumenta a valorização é a localização do Residencial Vitória-Régia que foi escolhida levando em consideração todas as necessidades básicas de seus futuros moradores e a tranquilidade de estar em uma área repleta de verde e muito próxima ao Rio Piracicaba. “O loteamento, que é fechado para garantir a segurança, está na Estrada do Bongue e há oito minutos do centro da cidade. Ou seja, possui fácil acesso à todas as facilidades que precisamos diariamente”, afirma.

 

SOBRE A CEMARA

 Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios.

 Há 39 anos no mercado, já vendeu mais de 21 mil terrenos em mais de 20 cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 46 loteamentos que geraram mais de 15 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

Texto por: Erica Martin e Talita Mônaco (Economídia)